Edição 2008 Atividades Paralelas

Dia 22 às 18h

Exposição Fotográfica – “Os anos dourados do montanhismo brasileiro ”, de Renato José Sobral Pinto


Um dos pioneiros no olhar vertical, verdadeira lenda viva da Fotografia de Montanha que aos 80 anos de idade completou 60 anos de trabalhos, feito inédito em todo o mundo. Realizou a sua primeira exposição fotográfica sobre montanhismo em 1957 e hoje ainda se dedica a mostrar as suas imagens em exposições pelos clubes excursionistas e parques do Rio de Janeiro. O Fotógrafo montanhista documenta montanhas há mais de 60 anos e possui um extraordinário acervo com mais de 5 mil fotografias, imagens de escaladas emblemáticas (Agulha do Diabo, Chaminé Galotti, etc), escaladas do Dedo de Deus à primeira ascensão do Morro do Pico (em Fernando de Noronha, expedição financiada pela Aeronáutica), os maiores nomes da escalada dos anos 50 e 60 e curiosas técnicas de conquista dos primórdios da escalada tupiniquim - cordas amarradas na cintura, botas "cardadas", grampos "pés-de-galinha", sandálias com solado de corda, fixação de cabos de aço, etc. Em 2004, durante a celebração de 65 anos do Parque Nacional da Serra dos Órgãos, foi agraciado com a medalha "Von Martinus", merecido reconhecimento da sua arte fotográfica e uma homenagem a sua contínua dedicação em compartilhar com as pessoas as belezas cênicas do parque.

Lançamento dos livros:

“Decolando para a felicidade”, de Ruy Marra


Misturando estudo científico (neurociência) e filosofia indiana, o livro é uma lição para todos aqueles que colocam a carreira acima da vida e que desrespeitam o próprio corpo. Na trama, Ruy Marra (bicampeão brasileiro de vôo livre) utiliza personagens fictícios para contar uma história real. Ele próprio trocou o escritório de advocacia pelo vôo duplo para ficar mais próximo da natureza, da família e de si mesmo. São muitos os que irão se identificar com a história de Bernard e se inspirar a dar a volta por cima, ou, quem sabe, até mesmo a saltar de asa-delta - cujo risco e medo são metáforas para as dificuldades da vida, conforme constatado em pesquisa com dois mil passageiros.

 

 

“Espírito Livre”, de Marina Soler


Vitor Negrete vivia intensamente. Adorava situações e lugares extremos; tinha pressa, como se soubesse que viveria pouco. O livro foi escrito a partir de depoimentos gravados por ele, contando as suas aventuras, e com base na convivência que teve durante os três anos de seu casamento.